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Um guia prático do uso das telas na infância

11.02.2020

 

 

O que diz a Organização Mundial de Saúde

 

A mais recente orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2016, diz que até o primeiro ano de vida, os bebês não devem ser expostos a telas. De 2 a 4 anos, podem usar até 1 hora de telas, com conteúdos selecionados e educacionais. A partir de 5 anos, o uso das telas pode ser de até 2 horas por dia, sempre tendo em vista conteúdos curados, sem que a criança seja exposta a conteúdos impróprios ou propagandas. 

Com a medida, a orientação da OMS pretendeu, sobretudo, combater a obesidade infantil e o sedentarismo que atingem 40 milhões de crianças em todo o mundo. Esses dados vêm para mostrar que o que mais importa quando falamos em uso das telas na infância é: 

 

Como o tempo fora das telas está sendo usado?

 

De acordo com o site da Organização das Nações Unidas (ONU): “As crianças de um a quatro anos devem estar ativas por pelo menos 180 minutos ao longo do dia, diz a OMS, citando caminhadas, engatinhar, correr, pular, equilibrar, escalar, dançar, andar de brinquedos com rodas, andar de bicicleta e pular corda como passatempos adequados.” Ou seja, a questão central é: Como usamos a tecnologia e como ensinamos nossos filhos a usar?

 

10 dicas para que o uso das telas na infância seja saudável

 

Então, como aproveitar o melhor da tecnologia, sem deixar de equilibrar com o tempo livre de forma ativa e com atividades diversas? E como  fazer com que os pequenos cumpram o limite de uso de telas diários? Preparamos 10 dicas, confiram!

 

1. Combinados
 

Faça combinados com seu pequeno deixando muito claro qual a quantidade de episódios de seu desenho preferido ele vai poder assistir. Crianças ainda não conseguem entender muito bem sobre a passagem do tempo, então a quantidade de episódios pode deixar o combinado muito mais claro ao seu entendimento.

 

2. Seja firme
 

Uma vez estabelecido o combinado, cumpra-o. Caso queira ceder, faça outro combinado, mas não deixe de o cumprir. As crianças precisam de (e pedem por) limites claros para entender o que podem e o que não podem fazer.

 

3. Negocie
 

Que tal assistir um episódio (ou um tempo) e depois brincar de algo diferente, que exija algum movimento corporal? Se mora em apartamento, vale um passeio ao ar livre, uma brincadeira de dança ou mímica, por exemplo.

 

4. Dê exemplo
 

Os combinados são ótimos, mas para que funcionem a criança precisa perceber que você também não valoriza tanto as telas quanto ela. Enquanto estiverem juntos, priorize atividades que envolvam a presença afetiva. Por muitas vezes será preciso esperar as crianças dormirem para assistir aquela série que tanto ama, mas isso valerá à pena.

 

5. Menos passividade
 

Dê preferência a conteúdos que instiguem a participação da criança e a sua, como as cantigas. Além disso, enquanto a criança assiste algo ou joga um joguinho, converse com ela e pergunte como está o vídeo/jogo, sobre o que é. Após assistir o conteúdo, conversem sobre. Assim, você estará contribuindo para que seu filho construa um pensamento crítico a tudo que lhe chega, construindo seus próprios filtros e senso crítico.

 

6. Mediação é fundamental
 

Diferenciar o que é vivido na experiência digital das experiências interpessoais e entre o faz de conta e a realidade exige maturidade do sistema cognitivo. Isso só acontecerá depois da primeira infância. Até lá, é muito importante que tenham outras pessoas por perto para conversar sobre o que a criança está assistindo, mediando seu uso.

 

7. É preciso observar
 

Se a criança está muito quieta ou irritada, se mudou bruscamente o comportamento, seu rendimento escolar caiu, o sono está prejudicado ou até mesmo seu pequeno mostra sinais de depressão e ansiedade, especialmente se impedido de usar as telas, este é um sinal de alerta que precisa de atenção e formas mais eficazes de seu controle ou até mesmo a busca por profissionais.

 

8. Atenção aos conteúdos
 

Manter-se informado sobre as novidades tecnológicas e, principalmente, estar sempre por dentro do que seu filho assiste e faz nas redes é fundamental para garantir sua segurança e ter o controle do que você quer permitir ou negar acesso. Por mais que aquele joguinho ou vídeo lhe pareça chato, é preciso estar realmente atento e ciente do que ele proporciona ao seu filho. Para diminuir os riscos, sempre dê preferência a conteúdos curados.

 

9. Diálogo, sempre
 

Explique ao seu filho, desde sempre e com uma linguagem acessível ao seu nível de desenvolvimento, sobre os limites e possibilidades do uso das telas. Explique o porquê de permitir ou negar acesso.

 

10. Atividades variadas
 

Nada substitui o olho no olho, um momento de contato pele a pele com seu filho. Como também as atividades físicas, as brincadeiras e as horas de sono. Tudo isso faz parte do “pacote” que possibilita o crescimento e desenvolvimento saudável das crianças.

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