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KIKI & MILY l 11 3313-7673

7 desenhos para explicar variação de humor

28.11.2019

 

 

Crianças costumam viver muitas emoções ao longo do dia. Começam a manhã animadas, na hora do café podem ficar mal-humoradas, à tarde, enquanto brincam, voltam a ficar cheias de energia. E à noite, do nada, sentem melancolia. Tudo é muito novo e intenso para os pequeninos que ainda estão aprendendo a nomear suas emoções.  Para tornar esse processo mais simples, lúdico e divertido, listamos aqui sete desenhos animados sobre sentimentos e emoções, disponíveis no PlayKids App, que vão ser um reforço para tais momentos. Vamos a eles?

 

 

 

 

1. Masha e o Urso – Irritação

 

A dupla é famosa por sua relação conturbada. O urso, um adulto responsável e organizado, irrita-se o tempo todo com a pequena Masha quando ela bagunça sua casa e sua vida. Da mesma forma, Masha se irrita quando sua vontade não é feita.

A chave do sucesso está na empatia que um sente pelo outro. Mais do que discordarem do estilo de vida de cada um deles, eles se amam e sentem-se parte da vida um do outro. Por isso, explicar para o pequeno que ele vai se irritar com um amiguinho, por exemplo, fica mais fácil quando você o lembra que apesar desses pequenos momentos, há uma amizade e um carinho especiais.

 

 

2. Turma da Mônica – Agressividade

 

A história é clássica e todo mundo conhece bem: Mônica é uma garotinha de sete anos baixinha e gorduchinha que é a todo tempo provocada pelos meninos. Em especial Cebolinha e Cascão, que tentam o tempo todo roubar seu coelhinho Sansão. Irritada, Mônica bate neles com o coelho e age pela sua agressividade.

Um jeito de utilizar esse conteúdo para abordar o lado “briguento que toda criança tem” é mostrar que Cebolinha, mesmo sendo um tormento na vida de Mônica, admira-a e não sai de perto dela. A provocação é um jeito e mantê-la por perto. 

Cabe aqui uma abordagem bem crítica sobre a postura de Cebolinha (que pra muitos é vista como bullying) e sobre as respostas explosivas de Mônica (será que a violência resolveria uma provocação?). Os personagens de Mauricio de Sousa são bastante ambíguos e complexos, o que é ótimo para estimular a visão crítica da criança.

 

 

3. Eu amo aprender – Tristeza

 

A criança triste pode ter vários motivos. O que a criança precisa entender é que é algo extremamente normal sentir-se assim, ficar pra baixo por alguns instantes.

O episódio “Saudade”, da Temporada 5, mostra o personagem Theo chorando de saudade dos pais que faleceram. Já o “Minha Timidez” mostra a pequena Angélica sentindo-se menor que seus amigos ao perceber-se tímida em uma apresentação. Em “Estou Ansioso”, vemos Lupi ficando triste pela demora de sua mãe para chegar em casa, vivendo um momento de tensão corporal. E pra finalizar, o clipe “Tentar de Novo” mostra Junior triste por não saber exatamente como andar de bicicleta. Chateado, ele conta com a ajuda de Mimi para superar a tristeza e continuar tentando, até conseguir. 

Todos esses episódios mostram personagens absolutamente humanos, vulneráveis. E portanto, tristes, como qualquer um de nós. O segredo de lidar com a tristeza é saber que ela vai passar. E isso alivia muito a pressão sobre quem está com os humores em baixa.

 

 

4. Morph – Competitividade

 

O Morph é um ser feito de massa de modelar que vive na mesa de uma casa. Ele é divertido e curioso, mas convive com Chas, um ser similar a ele, só que todo branco. Chas está sempre tentando “passar a perna” em Morph, fazendo-o de bobo e tirando vantagem. 

Seja na hora de tirar uma selfie, na torcida por seu time de futebol favorito ou em um acampamento, Chas está sempre tentando acabar com a alegria de Morph. Ele não é um vilão, mas sim um bonachão que quer ser o primeiro em tudo.

De forma muito educacional, a série mostra Chas se dando mal por meio de suas próprias atitudes e sendo ajudado pelo empático Morph. Os episódios são curtos e sem diálogo, o que favorece momentos familiares para pais e filhos assistirem comentando. O pai pode mediar a experiência, perguntando para a criança: “você viu o que o Chas fez? Será que ele vai se dar bem?”, dando ao pequeno a chance de questionar atitudes e aprender a não agir da mesma forma.

 

 

5. Barney – Autodepreciação

 

O Barney é um dinossauro de pelúcia que na imaginação das crianças ganha vida. Ele é o amigão que os convida para brincar e ensina lições valiosas sobre amizade.

No episódio “Brincar até cair”, uma das crianças é deixada de fora de uma brincadeira com bola, por ser muito pequena. Ela rapidamente passa a se autodepreciar, julgando-se inferior aos outros. Barney percebe e a mostra que todo mundo é especial e parte fundamental de um grupo, seja como for seu corpo e sua forma de agir. 

É a chance de mostrar para a criança que muitas vezes pequenas atitudes de outros servem de gatilho para termos uma visão deturpada de nós mesmos.

 

 

6. O Pequeno Mundo de Dante – Ciúmes

 

Dante convive diariamente com seus amigos Peter, Carol e Walter. Apegado à Carol, que é superdivertida e segura de si, Dante fica bastante ciumento no episódio “Olha eu aqui”, no qual Peter senta-se ao lado de Carol para ouvir uma história.

Dante vê a cena e ao invés de aproximar-se, age pelo ciúme, tentando roubar a atenção da amiga. Tudo em vão. No final, Dante acaba pagando um mico e passando vergonha. O episódio é divertido, tem um tom de comédia mas mostra de forma bem simples e clara o ciúme é algo infundado.

 

 

7. Caillou – Birra

 

O personagem Caillou é o popular “8 ou 80”. Ou os pais o amam ou detestam, pois ele representa de forma explícita tudo que uma criança real faz quando quer chamar a atenção, quer as coisas de seu jeito e quer ser o centro das atenções. Ele faz birra, chora, esperneia, grita. Por isso mesmo ele é evitado por muitas famílias.

Mas o ponto importante que muita gente não descobriu ainda é que ao final dos episódios, Caillou aprende a lição e se arrepende de ser tão impulsivo e birrento. Para os pais, a dica é assistir junto, comentar com a criança as cenas e ao final, perguntar de forma bem sutil o que o Caillou aprendeu. Certamente, as respostas surpreenderão.

Para finalizar, a dica de ouro: o desenho animado e as histórias de ficção são ferramentas incríveis para abordar assuntos delicados com as crianças. Ajudam muito no diálogo familiar e na percepção das criança sobre o mundo e sobre si mesma. Mas nada substitui a família e principalmente o atendimento clínico. Por isso, um psicólogo é a maior recomendação para o progresso da criança.

Quando mais a criança conhecer e amar a si mesma, mais chances ela terá de ser um adulto feliz e realizado!

 

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